quinta-feira, 17 de abril de 2014
Hoje no ultimo post do bimestre, lanço um desafio/campanha para vocês: doe um livro para quem precisa.
Se trata de uma campanha que já existe, mas que é pouco reconhecida. É um gesto de solidariedade espiritual, onde doamos um livro para quem precisa ter conhecimento, paz ou até mesmo alegria espiritual.
Recentemente, doei um livro do qual gostava muito para uma amiga que sofria de problemas com os pais e tinha pouco conhecimento sobre religião, pois bem, dei devidamente um livro sobre os ensinamentos da bíblia para ela e ela adorou. E espero que assim como eu, quando ela encontrar alguém com problemas, doe este livro para essa pessoa. Pequenos gestos que não nos fazem melhor ou mais importante que alguém, mas que valem a pena, e muito! E há ainda quem diga: os livros movem o mundo.
Eu apoio e faço parte dessa campanha, e você? #doeumlivroparaquemprecisa
Dois Beijos e até o próximo bimestre,
Carol Fernandes
sábado, 12 de abril de 2014
Como o prometido, terminei de ler As Vantagens de ser Invisivel e no post de hoje falarei um pouco sobre o filme e o livro.
Primeiramente queria dizer que (obviamente) o livro é mais completo, claro. Mas são apenas os minimos detalhes, pois não vi muitas diferenças de cenas em ambos.
Para quem não sabe, As Vantagens de ser Invisivel conta a história de Charlie através das cartas em que Charlie escrevia para seu amigo falecido recentemente ou imaginário, não consegui identificar essa parte. Como muitos criticos dizem: não é um livro/filme para qualquer um, pois é dificil de compreender o desfecho, eu por exemplo, não entendi muito bem mesmo depois de ter lido o livro, confesso! Mas gostei bastante do livro, da inocencia de Charlie, do fato da historia se passar em 1991/1992, ano em que assim como Charlie, gostaria de ter tido 15 anos. No livro, gostei dos diversos livros, filmes e musicas que Charlie cita ao longo da história, e não poderia deixar de dizer o fato dele ter citado Smells Like Teen Spirit do Nirvana como a musica preferida da Sam e do Patrick <3.
Gostou do meu resumo? Então confira o trailer aqui:
Eu vi, curti e compartilhei. E vocês?
Uma boa tarde e um bom final de semana,
Carol Fernandes
Primeiramente queria dizer que (obviamente) o livro é mais completo, claro. Mas são apenas os minimos detalhes, pois não vi muitas diferenças de cenas em ambos.
Para quem não sabe, As Vantagens de ser Invisivel conta a história de Charlie através das cartas em que Charlie escrevia para seu amigo falecido recentemente ou imaginário, não consegui identificar essa parte. Como muitos criticos dizem: não é um livro/filme para qualquer um, pois é dificil de compreender o desfecho, eu por exemplo, não entendi muito bem mesmo depois de ter lido o livro, confesso! Mas gostei bastante do livro, da inocencia de Charlie, do fato da historia se passar em 1991/1992, ano em que assim como Charlie, gostaria de ter tido 15 anos. No livro, gostei dos diversos livros, filmes e musicas que Charlie cita ao longo da história, e não poderia deixar de dizer o fato dele ter citado Smells Like Teen Spirit do Nirvana como a musica preferida da Sam e do Patrick <3.
Gostou do meu resumo? Então confira o trailer aqui:
Eu vi, curti e compartilhei. E vocês?
Uma boa tarde e um bom final de semana,
Carol Fernandes
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Ei, final de semana vem aí!!! E para o post de hoje e preguiçosos de plantão, irei indicar o filme do livro que estou lendo no momento: Um Dia.
Confira a sinopse:
Desde o dia em que se conheceram, Emma e Dexter têm uma conexão especial. A partir dessa data, eles passaram a se encontrar anualmente. Com o passar do tempo, a vida dos dois segue caminhos muito diferentes, mas tudo pode acontecer nessa linda história sobre amor e amizade.
Confira o trailer:
Nem preciso dizer que amei esse filme, né? Não sei se foi o fato de Dexter ser apaixonante e atraente até demais da conta ou o fato de me achar muito parecida com a Emma psicologicamente. Mas espero que gostem do filme, assim como eu.
Dois Beijos,
Carol Fernandes
Ao som de Jorge e Mateus, inicio o post do dia. Hoje falarei um pouco sobre o livro “Quem é você, Alasca?”, só que de uma forma nova: usando duas opiniões diferentes. Isso mesmo, hoje tem participação especial da Lu aqui no blog. Então vamos lá:
“Quem é você, Alasca?” é o primeiro romance escrito por John Green, e conhecidentemente se tornou o melhor e o meu preferido (fãs de A Culpa É Das Estrelas que me perdoem!), e conta a história de Miles Halter que é fissurado por ultimas palavras e vai para um colégio interno em busca de um Grande Talvez, e “talvez” ele tenha encontrado suas respostas quando conheceu Alasca Young, OU NÃO.
Mas que de fato eu amei o livro, isso é sem duvidas! Gosto de livros que me transmitem todo e qualquer sentimento: amor, ódio, tristeza, alegria, curiosidade... E “Quem é você, Alasca?” não me deixou faltar isso, e sem dúvidas o fato do livro ter terminado deixando um mistério no ar foi o papel fundamental para que me conquistasse. AMEI, sem mais! (A propósito, me interessei mais por guardar ultimas palavras... :p)
Opinião da Lu:
“Bom, eu simplesmente amei esse livro. Bom, os pontos positivos primeiro: o livro fala sobre a vida de Miles que é um adolescente fissurado por ultimas palavras, ele vai para o colégio Culver Creek, ele conhece o Coronel e a linda Alasca, e no mesmo instante acaba se apaixonando por ela que tem namorado. Eles ficam amigos e vivem grandes aventuras. E o ponto negativo é que um dos meus personagens preferidos morre, e não podia ter morrido por mais que fosse preciso :( . E Alasca o leva para o seu grande labirinto e o levara para o grande talvez. E eu achei melhor do que A Culpa É Das Estrelas.”
E eu espero que vocês acompanhem Miles em seu Grande Talvez, assim como eu e a Lu acompanhamos. Por hoje é só!
Uma boa noite e boa leitura,
Carol Fernandes
terça-feira, 8 de abril de 2014
Além de tantas outras milagres de coisas que gosto de fazer, ver e assistir no dia a dia (e que já citei aqui), uma das minhas preferidas na escola é escrever redações e conhecidentemente na aula passada de português, tivemos que observar duas fotos que destacavam a desigualdade social, uma mostrando aparentemente um menino procurando algo no meio do lixo e outra com um homem segurando uma criança no colo. Foi o que bastou para que pudesse escrever sobre um assunto que vivo debatendo: desigualdade social, só que ao invés de ser o personagem pelo qual observa os moradores de rua, decidi ser o tal. E ficou mais ou menos assim:Breno e o tempo
São Paulo, 13 de setembro de 2006.
Breno caminhava solitário como sempre foi na grande e perdida Av. Paulista, observador e curioso como sempre era, tentava sempre adivinhar através de suas expressões faciais como eram suas vidas, sempre acreditando que todos eram, de certa forma, felizes, porque mesmo sem nada, se sentia feliz também.
Quase sempre notava rostos tristes, decepcionados e até encomendados encarando-o. E uma vez ou outra, estas mesmas faces vinham em sua direção e perguntavam:
- Aceita um prato de comida, meu jovem?
-Pegue aqui estes trocados!
Mas Breno não precisava de comida ou esmolas, precisava de um amigo.
É claro que uma vez ou outra, precisava procurar seu alimento nos lixos quando não davam-lhe um prato, mas já havia se acostumado com isto. Não se encomodava porque não conhecia a verdadeira forma como um ser humano deveria ser tratado, sua experiência de vida apenas fazia com que tivesse conhecimento de isto e somente isso.
Não se preocupava com os trocados, pois sabia que era uma boa gentileza, mas que não era feita por amor, apenas por obrigação.
Queria mesmo, alguém que se importasse, que conversasse, que não se preocupasse com o que vestia. Apenas queria alguém, assim, tão fácil, tão simples, tão humano.
E infelizmente na desigualdade atual em que vivemos, Breno representa grande parte dos moradores de rua das grandes cidades do Brasil.
Ele queria apenas um amigo, só isso.
Espero que tenham gostado e refletido, assim como fiz.
Uma boa noite,
Carol Fernandes
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Hoje farei algo diferenciado dos outros posts. Ao invés de indicar uma série (ou uma temporada), irei comentar sobre a season finale da quarta temporada de The Walking Dead, então bora lá!
Walkers de plantão sabem do que eu estou falando: a season finale definitivamente foi O episódio, o meu preferido da série até então. Acredito que assim como eu, muitos passaram a temporada inteira dizendo "essa série está muito chata, tediosa, cansativa!" "quero ver eles atacando zumbi, personagens morrendo!", e PUF! Os quatros últimos episódios vieram com tudo. Gente morrendo, gente sumindo, personagens novos entrando, se separando, segredos revelados... O elenco está de parabéns!
E sobre a Season Finale: confesso que quase chorei junto com o Carl ao ver ele naquela situação, fiquei feliz pelo encontro do Daryl com o Rick e a forma como o Rick matou o líder do grupo que queria matar ele foi tipo, DEMAIS! Gostei bastante da forma como a Michonne se desenvolveu na série e na forma como mostraram muito o lado sentimental da personagem. E a cena no Terminal então, SEM COMENTÁRIOS! Era obvio que aquele lugar teria algum mistério. Se a intenção do elenco era intrigar os fãs da série, parabéns, conseguiram! Pois eu estou morrendo de curiosidades e contando os dias para a quinta temporada, rs. A proposito, outubro está muito longe??? hahaha
Se ainda não assistiu a Season Finale, tá esperando o que?? Assista clicando aqui.
Se alguém tinha alguma dúvida de que eu era loucamente viciada em The Walking Dead, acho que definitivamente deixou de duvidar agora!!! hahaha
Eu vi, curti MUITO e compartilhei, e vocês?
Boa noite,
Carol Fernandes
Walkers de plantão sabem do que eu estou falando: a season finale definitivamente foi O episódio, o meu preferido da série até então. Acredito que assim como eu, muitos passaram a temporada inteira dizendo "essa série está muito chata, tediosa, cansativa!" "quero ver eles atacando zumbi, personagens morrendo!", e PUF! Os quatros últimos episódios vieram com tudo. Gente morrendo, gente sumindo, personagens novos entrando, se separando, segredos revelados... O elenco está de parabéns!
E sobre a Season Finale: confesso que quase chorei junto com o Carl ao ver ele naquela situação, fiquei feliz pelo encontro do Daryl com o Rick e a forma como o Rick matou o líder do grupo que queria matar ele foi tipo, DEMAIS! Gostei bastante da forma como a Michonne se desenvolveu na série e na forma como mostraram muito o lado sentimental da personagem. E a cena no Terminal então, SEM COMENTÁRIOS! Era obvio que aquele lugar teria algum mistério. Se a intenção do elenco era intrigar os fãs da série, parabéns, conseguiram! Pois eu estou morrendo de curiosidades e contando os dias para a quinta temporada, rs. A proposito, outubro está muito longe??? hahaha
Se ainda não assistiu a Season Finale, tá esperando o que?? Assista clicando aqui.
Se alguém tinha alguma dúvida de que eu era loucamente viciada em The Walking Dead, acho que definitivamente deixou de duvidar agora!!! hahaha
Eu vi, curti MUITO e compartilhei, e vocês?
Boa noite,
Carol Fernandes
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